O q vende mais: comédia ou tragédia? Parece q a alegria dura pouco, e a tristeza dura uma eternidade. Questão de tempo psicológico, diz-se. E tb parece q semelhante atrai semelhante, como diz a homeopatia: se vc conta uma piada, todos riem; se conta uma história triste ou fala de alguma dor q sente, na mesma hora vem de volta uma enxurrada de histórias similares, cada um ansioso para falar de sua dor, numa espécie de disputa sobre quem teve a experiência mais trágica ou sentiu a dor mais forte. Consigo imaginar uma dor permanente, ainda que ela tenha simplesmente se enraizado e deixado apenas uma pontinha à vista. Da qual vc se lembra doce-amargamente, pq ela ñ vem à superfície quase nunca, e pode estar conectada a fatos engraçados ou tristes. Mas ñ consigo lembrar de uma alegria permanente. E nem vou enganar ninguém com o clichê dos filhos. É claro que ter filhos é uma experiência singular. Bem, para mim. Para as mães que os põe para pedir esmolas ou as(os) vendem como prostitutas(os) são outra coisa. Outro post.
Então, os filhos. São uma montanha-russa de emoções. Têm uma classificação à parte. Por isso ñ se discutem aqui. Que outra alegria permanece com a gente todo o tempo no mesmo nível que a dor? Vou pensar.
Leila = bric-a-brac = livrarias, brechós, reciclagem, mistura de coisas. Eu sou assim.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
- View my profile
- Create your own travel map or travel blog
- Search for vacation rentals at TripAdvisor
Seguidores
MINHA PONTE
Brooklyn Bridge
Do que eu gosto
- http://www.viciadosemlivros.com.br/
- Sociedade do Brasil
- Click to Donate FREE
- Livraria Cultura
- Trivialidades da Vida
- Instructables
- Real Age - Dicas de saúde
- Viciados em Livros
- GNT
- Rede Virtual de Sebos
- Postcards from New York
- Cancer de Mama: Doe Grátis
- Doe Leite Grátis
- Clique Semi-árido
- ClickArvore
- Thich Nhat Hahn
- Estado Crítico
Nenhum comentário:
Postar um comentário