sexta-feira, 1 de maio de 2009

Batman e os novos vampiros

Batman, o super-herói, completa hoje 70 anos. Ainda não vi a última versão de Christian Bale, mas... uhu! sexy! mesmo com problemas de personalidade... nem vi a tão decantada última interpretação de Heath Ledger como o Coringa, que lhe garantiu um Oscar póstumo.
O que me leva a pensar na mística de um herói com raízes em um morcego. Morcego, vampiro, mito que resiste, na literatura e no cinema. Agora, mais na moda do que nunca, com séries de TV e filmes voltados para a platéia adolescente.
Os livros são os melhores. Há alguns anos li Anne Rice até ela perder a graça. Recentemente descobri Charlaine Harris, que virou série na HBO (True Blood). A série é ruim, os livros são bons. Ela sabe construir personagens e histórias. O que passa na TV parece bad reality show. Como BBB. Outra série é Blood Ties, também baseada em livros. Comprei um dos livros, ainda não li. Gostei da série, mas não posso comentar o livro.
Aí descobri Laurell K. Hamilton, num desses livros de múltiplas histórias. Ela escreve pelo menos sobre duas "heroínas". Uma delas é Anita Blake, uma caça-vampiros (é mais do que isso, mas vamos resumir). Ah, Buffy, a caça-vampiros... uma série para adolescentes... víamos aqui em casa, nada como ser mãe para ter de de se associar com os filhos... a gente se diverte!
Bom, Anita Blake é demais. E os livros têm de tudo e um viés erótico inesperado. Viés que os vampiros sempre tiveram (basta rever o Drácula de Gary Oldman, the best!).
Acho que o mito tem dois componentes que atraem, talvez três, se quiserem olhar pelo lado do medo, que não me atrai: um, o erotismo latente; outro, a imortalidade, que é o grande chamariz do ser humano que tem medo da morte, de envelhecer.

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