sábado, 30 de janeiro de 2010

Babilônia e Nefertiti




Ou você paga a entrada normal, ou tem um desconto quando compra o passe de transporte (se ficar pelo menos 1 semana na cidade, vale a pena), ou, se for aos museus depois das 17 h, entra de graça. Bom, eu cheguei às 16:30 no Neues, para onde transferiram Nefertiti, e entrei de graça, apesar da fila quilométrica, e apesar de ter sido impedida de entrar no dia anterior, mesmo querendo pagar - não estava disponível. Sabe-se lá porque. E não se discute, ué. Li outro dia que a moça ficou esquecida por anos a fio num canto qualquer. Será? Tinha tanta gente amontoada para vê-la, quase como tem para ver a Mona Lisa. E é muito mais bonita (falou a não-expert em artes, com toda a admiração incontida que professo por Leonardo, que acho que inventou tudo). O Portão de Ishtar está no Pergamon.

É claro que facilita, mas a gente se pergunta: como e porque o patrimônio cultural de um país está em exposição num museu tão distante (diga-se de passagem, mediante pagamento)? É claro, em alguns casos, pode significar o resgate e a salvação da peça. Em outros não - até porque nas guerras a pilhagem é livre. Aconteceu na II Guerra Mundial, aconteceu na Guerra do Iraque, e ainda tem a barbaridade que o Taliban fez no Afeganistão com as estátuas...

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