Uma pesquisa no Google com a palavra 'viagem' dá 31.100.000 de resultados. Se tentarmos em inglês ou formos mais precisos, por ex., especificando locais, outros tantos resultados aparecerão. Em quem confiar? Como não enlouquecer? Ah, tem também a possibilidade de se utilizar uma rede social como Twitter, Facebook, Orkut ou outros. Mais as revistas especializadas e outros experts. Livros. Guias. É ou não uma barafunda? (segundo o Houaiss, mistura desordenada de coisas diversas; mixórdia, baralhada, bagunça). A forma mais simples de resolver a mixórdia é pegar o agente de viagem (não importa o recurso que se use dentre os citados acima, é bom ter sempre um, de confiança) e fazer um pacote e entregar a Deus. Não que isso queira dizer que a partir daí está tudo resolvido. É bom lembrar que a burocracia é forte, e as leis são duras. Mesmo que a Comunidade Europeia não exija visto, e muita gente até tenha dupla nacionalidade, não dificulte: viaje apresentável, esqueça os cintos de cowboy em casa, chaveiros que dão dor de cabeça aos seguranças dos bancos, calce sapatos fáceis de tirar, lembre-se das regras dos líquidos (deixe seu Axe ou seu Rexona por aqui, ninguém vai ficar mais pobre se comprar um desodorante numa drugstore ou supermercado onde quer que chegue... e é ALTAMENTE recomendável!), moçoilas esqueçam as joias espalhafatosas antes que a segurança do aeroporto se assuste com os alertas e a fila seja retardada mais do que o necessário.
Isto posto, se a aventureira está decidida a encarar o destino de frente, no problemo. Eu acho que é melhor mesmo. Já disse e repito: o agente de viagem é imprescindível para a compra do bilhete. O preço é melhor do que comprando pela internet. A não ser quando se tem milhagem. Se bem que a gente conseguiu comprar passagem para Buenos Aires pela Gol direto... é comparar, sempre. Nunca consegui vantagem nenhuma, por ex., pelo Decolar ou Rumbo. Já os preços de hoteis que eu consegui pesquisando sozinha sempre foram melhores. Ou via Lonely Planet, ou, agora, via TripAdvisor ou TripWolf. O TripAdvisor abre uma pesquisa ótima. Vc já sai com tudo resolvido, e a reserva é confirmada pelo seu e-mail pessoal. Vc tem como checar localização, comparar com outros hoteis, e até, na maioria das vezes, opiniões de pessoas que estiveram hospedadas e deixaram suas impressões. Uma dica: se vc ñ conhece o lugar, é sempre um tiro no escuro. Não que a informação seja imprecisa. Apenas é subjetiva. Para um, ficar num lugar tranquilo é o ideal. Para outro, é um saco. Às vezes vc quer ficar em frente à estação de trem, pq só vai dormir numa cidade, está de passagem, e essa localização é sempre distante do centro, feia, pode ser deserta à noite. Mas é conveniente, especialmente para pessoas de negócio. A diferença de preço pesa bastante nas decisões. Por ex., ficar em Paddington é muuuuuuuito interessante. Dali saem trens para todo lugar, inclusive o trem expresso para o aeroporto internacional. E tem a estação de metrô para qualquer lugar, fora o ônibus. Há opções de alimentação variadas, supermercados não muito distantes, internet cafés, Hyde Park a uns 15 minutos a pé. Não é fashion, mas o que se economiza na diária, dá para se assistir a um bom musical, por ex.
Naturalmente, essa é uma prática que se pode adotar com restrições, e sempre considerando a questão do viajante: mulher sozinha é uma categoria à parte. Na dúvida, opte-se pela segurança. Como diziam os antigos, melhor ficar sem os aneis do que os dedos. Não dá para uma mulher viajar solo e deixar de seguir as dicas de 2 sites: http://www.journeywoman.com/SoloTravel/SoloIndex.htm e http://www.smartwomentravelers.com/. Elas estão no Twitter também.
Leila = bric-a-brac = livrarias, brechós, reciclagem, mistura de coisas. Eu sou assim.
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